Transporte Público Urbano 2

Enquanto esperava o ônibus, me assustei com um barulho. Um moleque havia dado um soco no ponto de ônibus e falava coisas dispersas. Parecia estar fora de si. O ônibus chegou e para meu desagrado o menino subiu pela porta de trás, ainda falando coisas dispersas como se estivesse fora de si. "Mal vestido" como ele estava, com aparência de pessoa "da rua" tive medo e procurei um lugar mais longe.

Comecei a pensar na vida. Esqueci do indivíduo.

Obrigado motô! Desceu o rapaz. O alívio foi geral. Assim que ele desceu as poucas pessoas no ônibus confessaram como estavam com medo de serem assaltadas. Dizia uma senhora: ele estava nitidamente drogado, um perigo.

2 comentários:

  1. Acontecem dessas coisas, mas também se tem boas experiências como a minha de hoje. Subi no ônibus pensando que deveria ter esperado o próximo pois naquele certamente ia em pé, no calor e todos os problemas de um ônibus cheio, pensamentos que rapidamente foram embora ao ouvir o som de um violão. Tinha uma moça debruçada sobre as pernas curtindo a música (descobri depois que ela tinha tirado o fone de ouvido). Teve um senhor que se aproximou para ouvir/sentir a música. Teve eu querendo cantar junto tão forte era a voz do homem do violão. E quando ele ia embora, não precisou nem falar muito para receber algo em troca. Ao invés de uma moedinha por piedade, as pessoas tiravam todas suas moedas dos bolsos ou notas de 2 de suas carteiras para agradecer o homem.

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  2. Além de um livro com histórias de taxistas, vamos montar um livro com histórias de ônibus. To começando a pensar em levar isso a sério ehehehe

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